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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

AS FALHAS DO SISTEMA ÚNICO DE SEGURANÇA PÚBLICA QUE CÂMARA QUER CRIAR



Prezados leitores, o projeto contém o que denominamos "erros de projeto", erros na fase de criação, o que faz partir do errado.
Nós aconselhamos a leitura e destacamos a insistência na manutenção do projeto da Força Nacional de Segurança (FNS).
O projeto da FNS deve ser extinto por ser caríssimo e o país atravessa uma crise econômica sem precedentes.
Nada justifica a manutenção da FNS.
O pior é que existem mentes mal informadas ou mal intencionadas que querem transformar a FNS em instituição, perenizando um erro.
Reparem que na relação dos integrantes do projeto, a FNS é a única que não é uma instituição.
O SUS não funciona, o SUSP parece seguir para o mesmo abismo.


"Câmara dos Deputados
SEGURANÇA 
08/06/2016 - 21h47
Policiais apontam falhas no projeto que cria o Sistema Único de Segurança Pública
O Susp funcionaria nos moldes do Sistema Único de Saúde (SUS) 
Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados 
Autoridades da área policial apontaram falhas no projeto de lei que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Eles discutiram o tema nesta quarta-feira (8), na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados que analisa a matéria. 
De acordo com o projeto enviado pelo Executivo (PL 3734/12), o Susp funcionaria nos moldes do Sistema Único de Saúde (SUS) e teria como um de seus pilares a coordenação entre as polícias Federal, Rodoviária, Ferroviária, Civil e Militar, além do Corpo de Bombeiro Militar e da Força Nacional de Segurança. 
Para o delegado da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Franco Perazzoni, o projeto é uma “carta de intenções”, sem impacto na realidade. 
Segundo Perazzoni, entre outras fragilidades, o texto deixa de prever a atuação de peritos e do Poder Judiciário na solução de crimes. "Nós não podemos pensar em um sistema único de segurança pública que integre os boletins de ocorrência, que busque a integração entre as polícias judiciárias, mas não percebe a parte da criminalística, não percebe o papel do Poder Judiciário”, disse. 
Na opinião do delegado, o modelo contribui para a repetição da falácia de que a polícia é a única responsável pelo pouco tempo que os acusados passam na prisão, “dizem: investigamos mal, não é assim." 
Previsão orçamentária 
Já para o representante da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Rogério Carneiro, sem previsão orçamentária o projeto é inócuo. Segundo ele, o problema de financiamento é maior nos municípios: "Avaliamos projetos em torno de R$ 9 milhões, mas somente R$ 6 milhões são aprovados. E desses R$ 6 milhões que são aprovados, somente 70% foram executados”, disse. 
O representante da Associação Brasileira de Criminalística, Bruno Teles, por sua vez, cobrou a fiscalização do Ministério da Justiça sobre a aplicação dos recursos, o que contribui para mapear gargalos na política pública em estados de alta criminalidade. “Em Alagoas, nas celas das delegacias, havia inquéritos empilhados que nunca foram tocados. Por diversas vezes, só de ler, o relatório do policial miliar, você já tem a autoria apontada”, observou (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

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