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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

PMERJ - CONCURSO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS - BACHAREL EM DIREITO

Prezados leitores, impressiona o incômodo que trouxe uma simples mudança no edital para o concurso para o Curso de Formação de Oficiais da PMERJ, uma alteração já implantada em vários estados e com resultados positivos para a Polícia Militar e para a população.
A partir deste concurso o candidato terá que ser bacharel em direito.
Eis a causa de tanta gritaria.
Nós só vemos benefícios para a PMERJ e para a população fluminense.
Apesar dessas vantagens, reconhecemos que cria uma grande dificuldade para a ascensão do público interno (Praças da Polícia Militar), embora inúmeros sejam bacharéis em direito.
Adotada essa condição, cabe a Polícia Militar criar condições para facilitar aos seus Praças o acesso ao referido curso universitário. 
Na verdade a facilitação ao aperfeiçoamento através dos bancos escolares deve ser uma regra institucional e não só para o curso de direito.
Ouçam algumas opiniões.


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Juntos Somos Fortes!

8 comentários:

  1. Qualquer ação no sentido da qualificação e aprimoramento intelectual e profissional deve ser enaltecida. A meritocracia tem que prevalecer, do ingresso, passando pela ascensão funcional, até o final da carreira. O serviço público só irá melhorar, quanto melhor qualificados forem seus servidores. Quem se posiciona contra a qualificação tem intenções inconfessáveis, sem dúvida.

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  2. Em relação ao tal de Roberto Kant e ao tal de Lenin Pires, faço minhas as palavras do Cel Wilton, ex- Cmt Geral da Pmerj:
    "Finalmente a verdade.
    Agora sim, a verdade. Dessa enxurrada verborrágica , em defesa de seu próprio bolso, do Sr Lenin, depreende-se, entre outras preciosidades, que:
    1. A PM, em determinado momento, através da própria iniciativa de alta autoridade. " Chefe do EMG", criminosamente, ofereceu os destinos de uma bicentenária Corporação, através favoritismo mercantilista, a um grupo de "especialistas" didático/ pedagógicos, na "presunção" de salvar a Segurança Publica Estadual e a Sociedade ( e claro, tornar cada vez mais volumosos seus ávidos bolsos). Creio que a PM deveria instaurar pelo
    menos uma Sindicância Pedagógica, ferramenta criada pelo saudoso Cel Nazaré Cerqueira, para trazer a verdade nessa duvidosisdima temática; obs- tal zona cinzenta já havia sido sondada em artigo deste Oficial, por ocasião da traidora proposta da "entrada única".
    2. É ser muito cara de pau incomodar o 01 do Estado para defender seu próprio interesse, em momento da mais grave crise que já se abateu sobre o ERJ, lançando às favas 208 anos de massa crítica de conhecimento acumulada, juntamente com sangue, suor , lágrimas e dores cada vez mais mortais de viúvas, pensionistas e cadeirantes;
    3. Bom dizer Sr Lenin, alias,nada contra seu nome, é que na PM, existem Lenin, Juca, Stalin, Pedro, Trotsky, Jorge, Beria, Granscy, Manoel, Karl, Chico, Lenine, Betinho, Dotoyevisque, etc, e todos são tratados igualzinhos.
    4. Finalmente Sr Lenin, a PM exige respeito, exige o universal direito de escolher e traçar seus próprios destinos. Aqueles que duzentos e oito anos lhe apontarem como sendo os mais sadios, mais dignos, eficientes, eficazes e efetivos. Deixar a PM em paz, faz bem a saúde, temos Doutorado em tratar com Cracas, Buzanos e Ervas de Passarinho."

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  3. O edital deveria ser para nível superior em segurança pública e direito, seria o mais correto!

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  4. Outra questão do referido edital é a idade máxima para participar do certame, 35 anos, não havendo exceção para policiais militares da ativa. Exceção que ocorria desde de o edital de 2007. Não havendo nenhuma justificativa plausível para essa alteração na idade. Excluindo assim vários policiais militares formados em direito.

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  5. Não importa o nível de exigência e de formação e muitos outros cursos que um oficial faz até chegar a coronel, se na hora que eu discar 190 vão ser os praças menos qualificados, insatisfeitos, humilhados e com salário de fome, que não sabe nem para que serve um coronel, que vão me atender.
    Prefiro que a paz social seja a razão e o porquê das academias das Polícias Militares formarem seus oficiais em segurança pública. Simples assim.

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  6. Não importa o nível de exigência, de formação e de muitos outros cursos que um oficial faz até chegar a coronel, se na hora que eu ligar para o 190 vão ser os praças menos qualificados os oficiais, insatisfeitos, humilhados e com salário de fome, que não sabem nem para que serve um coronel, que vão me atender.
    Prefiro a paz social e que ela seja o produto final dos serviços prestados pelos oficiais à população, justificando assim a razão e o porquê da existência e da necessidade das academias das Polícias Militares que formam seus oficiais, os especialistas em segurança pública, caso contrário, vão continuar formando oficiais inúteis para comandar o caos da insegurança pública.

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  7. Se é pra pensar no futuro da PMERJ deveriam pedir administração, economia e materias afins cotidiano da instituição. O direito faz parte sim, mas sua inclusão não se deu pelo interesse do serviço, mas para de forma politica igualar os coroneis aos delegados tão influentes na seseg, e não é segredo que quem tanto reclamava dos delegados em seu blog tem influencia nisso. Não me diga coronel que o diretor da DGEI posar no facebook com o Reitor da UERJ anunciando o novo convenio não da a entender que os rumos e decisoes estão perdidos. Isso pra não citar o curso de seguranca publica em convenio com a UFF, que não serve pra nada, apesar de ter sido anunciado como pre-requisito pra ser oficial.

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  8. E ja ia esquecendo tambem as duas normas absurdas, que certamente os bravos derrubarão na Justiça; se vc for pro praça e for pro CFO não pode mais voltar pra PM. E se vc ja for sargento volta a ganhar salario de cabo. Quanto ao primeiro, se vc vai pra outro orgão publico vc pode voltar pra policia, quanto mais na propria policia; e qto ao segundo, como vc é promovido e ganha menos, visto que a praça especial é mais antiga que o subtenente??? Arbitrariedades pra dar trabalho ao D.PGE

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