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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

O PACOTE DE MALDADES DE PEZÃO E A INVASÃO DA ALERJ



Prezados leitores, temos feito a nossa parte para desestimular as ações que não se enquadram nos conceitos de ordem e de paz por parte dos Policiais Militares que estão de serviço na ALERJ e por parte dos manifestantes, publicando artigos e vídeos neste espaço democrático.
Ao longo dos protestos que estão ocorrendo na ALERJ já presenciamos ações repressivas e desastradas, inclusive com uso de violência injustificada por parte dos Policiais Militares e ações violentas também sem justifica por parte dos manifestantes, os quais conseguiram invadir o plenário uma vez, quando ocorreram atos de vandalismo no interior do prédio.
No próximo dia 12 teremos um novo protesto, talvez o maior de todos, o qual está sendo alimentado com mensagens insuflando a violência nas redes sociais, caso os Policiais Militares não permitam a invasão da ALERJ.
Alguns chegam a afirmar que os Policiais Militares deveriam facilitar a invasão, os acusando de traidores por reprimirem os que tentam derrubar as grandes e entrar.
Salvo melhor juízo, temos que sair desse universo surreal que está sendo construído nas redes sociais.
A ordem para garantir a segurança na ALERJ é emanada de autoridade competente, sendo uma ordem legal e dentro das atribuições da Polícia Militar, portanto, não se pode exigir que os Oficiais e Praças violem a legislação e permitam a invasão, arcando com as graves consequências.
Assim devemos descartar a possibilidade de facilitação da invasão, esse é o mundo real.
O que se pode exigir é o uso moderado da força contra os que tentarem usar violência e ações de inteligência para identificar os grupos que têm tal intenção, retirando-os da manifestação e evitando-se a repressão generalizada.
O uso de agentes químicos de forma amadora como tem ocorrido, por exemplo, está prejudicando os manifestantes ordeiros, as pessoas que passam pelo local, as que trabalham no comércio e nos escritórios existentes nas cercanias.
O erro primário está causando sérios prejuízos, isso é inquestionável.
O profissionalismo nós podemos exigir, como podemos exigir um melhor treinamento da tropa e a responsabilização dos Policiais Militares que excederem nas suas ações.
Superados esses pontos, vamos voltar no tempo e analisar a invasão da ALERJ que se concretizou.
O que nós, militares estaduais e servidores públicos, ganhamos?
Nada!
Invadiram, subiram em mesa e cadeiras, gritaram palavras de ordem, saíram sem nenhum resultado positivo.
Pior, a imprensa ficou uma semana acusando os invasores de terem vandalizado salas da ALERJ.
O feitiço virou contra o feiticeiro.
Os invasores praticaram ilegalidades e nada construíram para a nossa justa causa.
Cabe destacar que cabe ao governo fazer a sua parte para dissuadir essa absurda ideia de invasão, disponibilizando a entrada nas galerias de integrantes das associações e dos sindicatos presentes ao ato de protesto para que possam acompanhar as votações, afinal, a casa é do povo.
É um direito nosso!
Por derradeiro deixamos uma reflexão para os que estão inflexíveis quanto a entrada com uso da força na ALERJ:
- Se um grupo invadir a ALERJ, o que será feito em seguida para nos beneficiar?

Juntos Somos Fortes!

Um comentário:

  1. A justiça determinou que a entrada na ALERJ é um direito de todos que tem sido negado por subterfúgios ilegais da presidência da ALERJ.
    Isso é causa de muita revolta dos manifestantes.
    Cabe a PMERJ exigir da ALERJuma maneira legal de acesso ao plenário e não ficar como marionetes nas mãos do Piccianni.

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