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domingo, 11 de dezembro de 2016

PACOTE DE MALDADES: NOSSA OPINIÃO SOBRE A PROPOSTA DA PMERJ, PCERJ, CBMERJ E SEAP

40 da Evaristo - 2007 - Cinelândia

Prezados leitores, nós temos por regra tentarmos ao máximo evitar a posição extremamente confortável de “engenheiro de obra pronta”, comum sobretudo aos críticos.
É certo que nem sempre conseguimos, reconhecemos.
Até o crítico mais ácido do atual Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel PM DIAS, deve reconhecer que ele tem procurado lutar contra o “pacote de maldades” do governador Pezão.
Ele tem se reunido com o governador, com secretários estaduais, com parlamentares, com associações de classes e com outros grupos.X
Teve a preocupação de realizar reuniões com Coronéis PM, ativos e inativos, na Fazenda Marambaia, onde foi constituído um grupo de onze Coronéis PM para assessorá-lo, todos voluntários e sem receberem nada. 
O referido grupo tem participado das reuniões citadas anteriormente acompanhando o Comandante Geral.
Nós chegamos a ser convidados por um dos participantes em duas oportunidades e explicamos a nossa opção de não participarmos das reuniões na Fazenda Marambaia.
Ao longo desse processo temos atuado na reconstrução AOMAI ao lado de alguns Coronéis PM inativos e temos participado dos atos de protesto em frente à ALERJ, ao lado dos mobilizados servidores públicos e militares do estado do Rio de Janeiro.
Neste espaço democrático cobramos algumas vezes a publicidade sobre os temas tratados nas reuniões e sobre a proposta que estava sendo construída, afinal todos os Policiais Militares, participantes ou não das reuniões, têm o direito de saber o que seria proposto, tendo em vista que afetará diretamente na vida de cada um.
Ontem, o Corpo de Bombeiros Militar publicou no site da instituição a proposta como sendo da SEDEC/CBMERJ, PMERJ, PCERJ e SEAP.
Acabamos conhecendo por Bombeiros Militares a proposta construída por Policiais Militares, conforme mensagens que estão sendo postadas nos grupos de Whats App por integrantes do grupo.
Neste caso, os Bombeiros Militares signatários são o que consideramos “engenheiros de obra pronta”, mas isso não tem maior importância.
O que consideramos relevante é destacar a diferença entre GANHAR e PERDER.
Lendo a proposta e respeitando o trabalho de todos os envolvidos, caso ela seja aprovada, somos forçados a deixar claro que não ganhamos nada, ao contrário, perdemos.
Nós continuaremos pagando a conta do almoço que não comemos.
O que teremos conseguido foi um desconto com o dono do restaurante, isso tendo boa vontade, mas continuamos pagando pelos outros.
Um pagamento no CRÉDITO e não no DÉBITO, além disso.
Nós agradecemos o grande esforço despendido por todos e lamentamos o fracasso nas negociações com o governo.
Amanhã, estaremos na ALERJ, mais uma vez, lutando para não PERDERMOS nada dos nossos salários, proventos e pensões.
Na expectativa que o ato seja pacífico e ordeiro, e, que a Polícia Militar consiga identificar os possíveis baderneiros com a devida antecedência (como era feito na nossa época) e que direcione apenas para eles as suas medidas repressivas.

Juntos Somos Fortes!

2 comentários:

  1. Só faltou dizer: "Nem um passo daremos atrás!"

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  2. Essa conta não é nossa, enfim, nenhum empreiteiro pagou a obra da minha casa, e muito menos pagam a escola dos meus filhos. Não fui financiado por nenhum empreiteiro para campanha em cargo eletivo. Portanto, essas propostas não são de ganhos, ou seja, são para não perder. Em tempo, quem pariu Matheus que EMBRULHE. Parabéns, excelente artigo, Cel.

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