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sábado, 14 de julho de 2012

BLOG DO CORONEL PAÚL - A VOZ DOS LEITORES


1) É apelidado de RASteira porque o que seria benefício e recompensa por horas extras trabalhadas (como ocorre com qualquer trabalhador) se tornou a solução de uma política de segurança farsante e ineficiente em detrimento da saúde do profissional. É uma verdadeira rasteira porque nos atraíram com a promessa de remuneração pela carga horária que já é excessiva, bastando ser voluntário para trabalhar (como bico) nos dias que puder.  Quero ter vida social para me sentir parte da sociedade, e não ser uma espécie de animal excluída pela incompatibilidade... Dinheiro? Só quero o justo pelo meu trabalho como funcionário (tudo por mais dinheiro?). Dou o meu melhor nas horas regulamentares e não sou obrigado a vender o que me pertence: minha folga, momento de recompor a mente e o corpo, momento de permitir que os meus filhos tenham a minha presença. Não venderei. Quem quiser que venda a sua e aguarde para ver como o tempo e a vida lhe cobrarão o preço...
Anônimo.
Se o Rio de Janeiro tivesse SAÚDE, EDUCAÇÃO e SEGURANÇA PÚBLICA de qualidade seria o melhor lugar do mundo para se morar! O problema é que as referidas áreas (essenciais) não funcionam, o que contribui para a péssima qualidade de vida do cidadão fluminense.
Anônimo.
2) Parabéns ao SBT, ainda bem que há emissoras de tv que não se calam, diante de tamanha covardia. Já haviam abolido o extra na corporação, mas agora o ressuscitaram criando esse tal de RAS, apelidado de RASteira. Com toda razão esse apelido lhe cai bem, pois é o que ele é. Extra remunerado, tirar o PM de sua folga, obrigando-o a trabalhar saindo de serviço ou no meio de seu descanso. Um serviço que já exige tamanho desgaste do policial, que já lida com todo tipo de mazela, sujeira, tráfico de drogas, tudo o que há de pior nessa sociedade, que muita das vezes não da a mínima para o que o policial faz de bom. Mas quando se comete algum erro é a primeira a condená-lo, juntamente com tantos órgãos de comunicação. Viu-se na reportagem que esse tipo de trabalho, na folga, não refletirá uma melhora no atendimento as demandas de segurança pública no estado. Muito pelo contrário refletirá em mais problemas, pois PM cansado e estressado de tanto trabalhar, vai ser mais suscetível a erros, que podem custar caro à sociedade, quanto a ele próprio. Isso fora a família desse policial que ficara sem presença do pai, ou de mãe, que é PM e trabalha em escalas desumanas, e agora tem de trabalhar no dia da folga. Chega de sacanagem, PM não é escravo.
Anônimo.
Juntos Somos Fortes!

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